quarta-feira, 9 de julho de 2014

Vergonha! Mas de que?


Vergonha eu tenho, de termos sido humilhados num jogo de futebol, na copa do mundo em nosso país, mas muito mais do que aconteceu desde o dia em que fomos escolhidos para sediar esse mundial.
Vergonha sim, em ver a seleção do meu País, jogar um futebol péssimo desde a primeira partida, mas muito mais de me deixar levar pela emoção e pela paixão que tenho pelo futebol ao ponto de ficar agoniado, ou esperançoso e me esquecer de tudo o que eu pensava antes da primeira partida.
Vergonha de saber que não tínhamos condições de sediar o mundial, pois tudo o que tem de errado neste país ficaria por um mês encoberto pelas manchetes e propagandas voltadas para a Copa, mesmo acontecendo uma tragédia dias antes do fatídico jogo em que fomos massacrados e todos só pensarem em um Jogador que vai se recuperar em 3 semanas.
Vergonha em pensar que o Neymar poderia fazer alguma coisa sem um time por trás dele, pois basta lembrar que Pelé foi colocado em 58 no meio de jogadores consagrados e que em 62 mais da metade da equipe era a mesma, e mesmo sem Pelé, Garrincha, outro gênio, consegui jogar solto, pois havia um time jogando para que ele encantasse e nos liderasse tecnicamente.
Ora bolas, vergonha sim, em ver jogadores estáticos e apáticos em campo, beirando o coma, mas tenho mais vergonha se depois de tudo isso, não conseguirmos abrir os olhos para o próximo evento, nos tornando mais uma vez estáticos, apáticos e cegos para o que realmente vai importar esse ano, as Eleições.

Sacha Gabriel

S.P. 09/07/2014 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

E os Anjos voam!


E os anjos voam!

Nos últimos anos 
Vi três anjos voarem
De volta aos Céus 
Rumo as Nuvens

João Pedro o mais novo
Só queria ser mais forte
Grande como o Hulk
Para não nos deixar a sorte

Nevine Angelical
Educado e inteligente
Cativava por onde passasse
Todo povo toda gente

Tainá para voar
Só lhe faltava Asas
Pois o coração já era de anjo
Que a todos amava

Os anjos vêm a nós
Fazendo-nos sentir
Todas as emoções possíveis
Ensinando a chorar e sorrir.

De Sacha Gabriel Cabelo
25/02/2013
à Valter Passarinho , Leda CâmeraSheila RiosClaudia Reginato e Ceciro Cordeiro.

Voltando a escrever aqui, pena que por esse trágico momento.

Rumos, Rumores, Arrumação

Certos rumos nos levam a deixar de lado nossos próprios sonhos, são diversos os caminhos, são muitas as curvas, os cruzamentos, contornos que nos deixam embriagados de opções e quase não enxergamos o que realmente importa, ou mesmo as metas que estipulamos, por isso temos que esclarecer, no fundo de nosso íntimo, em nossa mente  e coração quais são nossos sonhos, objetivos e metas.
Um planejamento de vida pode nos proporcionar alguma tranquilidade, um direcionamento ao que realmente nos importa!
Será???

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Série Maiores Times de todos os tempos!!!

 
River Plate 1941/47


Time-base: Barrios (Grisetti); Vaghi e Ferreira; Yácono, Rudolfi (Rossi) e Ramos; Muñoz (Reys), Moreno, Pedernera (Di Stéfano), Labruna e Loustau. Técnico: Carlos Peucelle (Renato Cesarini)
 
 
Títulos: 4 Campeonatos Argentinos (1941, 1942, 1945 e 1947), 3 Copas Río de La Plata (1941, 1945 e 1947), 2 Copas Dr. Carlos Ibarguren (1941 e 1942), 1 Copa Adrián C. Escobar (1941)

O grande time do River Plate dos anos 1940 era conhecido como "La Máquina" e continha uma lendária linha ofensiva, pioneira em trocar posições no ataque, composta por Muñoz, Moreno, Pedernera, Labruna e Loustau - posteriormente, o jovem Alfredo Di Stéfano também fez parte do esquadrão. Outro apelido da equipe era "Os Cavaleiros da Angústia", porque os jogadores ficavam tocando a bola entre si durante longos períodos, muitas vezes sem buscar o gol, angustiando o torcedor.

O rol de títulos não é impressionante porque não havia grandes competições internacionais - a Copa Río de La Plata, por exemplo, era um confronto entre os campeões de Argentina e Uruguai. Além disso, o mundo estava enfrentando a Segunda Guerra Mundial. Porém, há registros de jogos memoráveis, que exibiram toda a classe daquela equipe. Para os argentinos, se as Copas de 1942 e 1946 tivessem acontecido, seriam dois títulos praticamente certos para eles - graças à base da seleção composta pelos craques de "La Máquina".
 

terça-feira, 27 de março de 2012

Uma gota de chuva...

Ultimamente tenho ficado irritado com a pontualidade que a chuva me persegue, pois quase como um cuco as 16h ela vem refrescar nossas tardes e me banhar durante meu trajeto até meu lar, que leva pelo menos 40 minutos, pois fica à aproximadamente 25km de distancia do meu trabalho. Mas hoje olhando para o ceu, peguei-me a pensar, será tão ruim assim a chuva? Estaria ela me perseguindo ou é apenas mas um encontro do destino com algo que tenho que passar?
Cada gota de chuva que cai do céu, vem abençoar a terra, irrigando-a, refrescando-a e recarregando nossas reservas aquíferas, vem ela alimentar animais e vegetais, sendo também benéfica na purificação do ar!
Comparo a chuva com os problemas que enfrentamos em nossas vidas, vão passar por nós furacões, tempestades, chuvas normais e garoas. E todas vão passar, assim como os problemas, devemos respeita-las e tirar lições, pois cada uma vem de um jeito e quando passa deixa uma marca, não só em nós, mas ao nosso redor, todo nosso meio é modificado. Há problemas até que escolhemos enfrentar, como se fosse aquele banho de chuva que tomamos para lavar a alma.
Cabe a cada um saber enfrentar as chuvas, pois somos somente uma gota de nessa tempestade constante chamada Mundo!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Voltando as atividades!

Bem e o ano começou!
Será que começou?
Para muitos o ano só começa após o Carnaval, para mim começou segunda, quando voltei a minha velha rotina, acrescida de alguns ajustes.
Meu lema esse ano é:
- Deixa eu levar a vida um pouco, pois esse papo de deixar só ela me levar, posso não passar nos caminhos que quero andar!
Vou tentar me organizar melhor, focar algumas metas, até porque será um ano de despedida para mim, preciso ver além das barreiras, pois há um mundo imenso que não é desconhecido para mim, tenho apenas que voltar a visita-lo para entrar no eixo.
Bom pra quem sobrevive ai do outro lado, um grade abraço!

Bem vindo a 2012!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mais um devaneio!

Não sei mais o que fazer, parece que todos os meus atos são falhos, não consigo nem de longe ser aquele que trazia alegria e contagiava a maioria.
Nada basta, nada serve, nunca satisfaz e não há fim as cobranças.
Sabia disso quando nasci, algo em minha alma já alertava e me afastava.
Porém decidi ir em frente, sou forte, sou inteligente, sou mais eu!
Sou guerreiro miscigenado, cicatrizado de corpo e alma.
Mesmo assim sofro, com o que não compreendo, com a ignorância da palavra e da atitude que fere mais que mil socos.
Satisfaço-me em saber que tenho tentado, lutado e amado.
Mas o cansaço agarrou meus tornozelos, já surrados pelo tempo, fazendo-me por vezes caminhar com dificuldade, cedendo ao seu peso. Mas sei que há ainda muito o que caminhar, sei que lutarei muitas batalhas contra mim mesmo se continuar nesse caminho. Então volto a pergunta o que fazer?
Sou hoje apenas o vizinho, ou o rapaz que mora ali.
Nessa condição sinto-me inútil a beira de um colapso, cheio de idéias, sentimentos e vontades.
Mas um pedaço de mim faz valer a pena a cada sorriso e abraço, ai me lembro que esse meu retiro é momentâneo, pois pensando bem não quero viver nessa condição de múmia, pois não sou somente mais um.
Sou um guerreiro miscigenado.

Sacha Gabriel 30/11/2011